Professor da Escola das Artes no Porto/Post/Doc e Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA)

 

A partir do próximo dia 24 de novembro, inicia mais um Porto/Post/Doc, o principal festival de cinema da cidade do Porto. Para além de várias iniciativas e colaborações conjuntas (Workshop com Laura Mulvey; a Le Fresnoy no Porto), o festival tem, na sua Direção Artística, Daniel Ribas, um dos professores da Escola das Artes-UCP. Este ano, o festival terá uma retrospetiva integral da dupla António Reis e Margarida Cordeiro e dois focos: o argentino Matías Piñeiro e o inglês Chris Petit. 

 
Programação completa Porto/ Post/ Doc AQUI
 
Daniel Ribas foi também júri de um dos concursos do Instituto do Cinema e Audiovisual. Estes concursos, abertos em várias áreas do cinema e em diferentes estádios de desenvolvimento, são a principal fonte de financiamento do cinema português. Neste caso, Ribas esteve presente como especialista no concurso destinado à Escrita e Desenvolvimento de Obras Cinematográficas. 
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04-11-2018

“Memória Recapturada” > exposição de fotografia promovida por investigadora da Escola das Artes

Memória Recapturada:
O Retrato de estúdio na Foto-Carvalho 1936-2001
 
Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, Estremoz
30 set - 02 dez 
 

Esta patente até 2 de dezembro, em Estremoz, a exposição de fotografia "Memória Recapturada", no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. A exposição parte da investigação de doutoramento em Conservação e Restauro de Bens Culturais de Catarina Pereira, e do trabalho que desenvolveu na coleção de negativos de vidro do estúdio Foto-Carvalho. 

 
O trabalho do Estúdio Foto-Carvalho e os laços identitários do património de uma comunidade:
 
Em meados do século XX, realizar uma fotografia não é um clique no telemóvel. A fotografia do estúdio Foto-Carvalho fazia-se com tempo, pose e cuidado. É a visão do fotógrafo, que não capturou apenas pessoas, mas também as modas e os estilos, num retrato a preto e branco característico da sua época. Imagens e outros objetos identificam o fotógrafo e a sua época. Para alguns será a recordação da fotografia de outros tempos, para outros uma visita à história da fotografia que já não chegaram a conhecer. Memórias que remontam a 1936 e ainda vivem hoje, na lembrança de muitos e num arquivo ainda disponível. 
 
Para lá do resultado de uma investigação académica, nesta exposição contou-se com a participação da comunidade Estremocense.
 
Catarina Cortes Pereira é doutoranda pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto, a desenvolver o tema “O retoque de negativos fotográficos de vidro e gelatina de colecções Portuguesas da primeira metade do século XX, com bolsa de doutoramento (SFRH/BD/116315/2016), pela FCT, Fundação para a Ciência e a Tecnologia; mestre em Ciências da Conservação pela Nova de Lisboa em 2013 e Licenciada em Arte - Conservação e Restauro de Pintura pela Escola das Artes da UCP, em 2007. Investigadora pelo CITAR, Centro para a Ciência e tecnologia das Artes na Escola das Artes, da Universidade Católica Portuguesa, no Porto e pelo Departamento de Pintura e Restauro, no Laboratório de Materiais [LabMat] na Faculdade de Belas Artes da Universidade Complutense de Madrid. Bolseira em Conservação e Restauro no Laboratório HERCULES, Universidade de Évora de 2013 a 2015. Em Espanha, obteve formação e estágio no Instituto de Conservação e Restauro de Valencia, no departamento de documentos gráficos, em 2009.
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Organização:
Catarina Pereira
Estúdios Correira
 
Apoio:
Câmara Municipal de Estremoz
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03-11-2018

Participação de Filmes da Escola das Artes em Festivais

 

 

Nos últimos meses, as produções da Escola das Artes têm circulado por vários festivais de cinema internacionais.

VOLFRÂMIO de JOEL PINTO (Documentário)
- Kinoproba International Festival (Ekaterinburg, Rússia) (1 a 15 de Dezembro 2018)


FLÔR DO GÁS de JOÃO CASTELA (Ficção)
- Caminhos do Cinema Português (Coimbra) (23 de Novembro a 1 de Dezembro 2018)


CASAS CAIADAS de KYLE SOUSA (Ficção)
- Caminhos do Cinema Português (Coimbra) (23 de Novembro a 1 de Dezembro 2018)
- YMotion – Festival de Cinema Jovem de Famalicão (Famalicão) (3 a 8 de Novembro de 2018)


ENTRE O VERÃO E O OUTONO de MARIA FRANCISCA PINTO (Animação)
- Animar!Arte – International Student Animation Festival of Brasil (Rio de Janeiro, Brasil) (9 a 14 de Novembro em São Paulo e de 15 a 24 de Novembro em São Luis)
- Student International Film Festival (STIFF) 2018 (Rijeka, Croácia) (18 a 21 de Outubro de 2018)
- Cinanima 2018 (Espinho) (12 a 18 de Novembro de 2018)
- C(h)orta – Festival de Curtas do Faial (Faial, Açores) (25 a 27 de Outubro de 2018)
- Hyperfest International Student Film Festival (Bucarest, Roménia) (2 a 11 de Novembro de 2018)


BRUMA de SOFIA CACHIM, GABRIEL PEIXOTO, MÓNICA CORREIA, DANIELA SANTOS (Animação)
- Cinanima 2018 (Espinho) (12 a 18 de Novembro de 2018)
- Caminhos do Cinema Português (Coimbra) (23 de Novembro a 1 de Dezembro 2018)
- YMotion – Festival de Cinema Jovem de Famalicão (Famalicão) (3 a 8 de Novembro de 2018)


MARGEM de JOEL BRANDÃO (Ficção)
- Caminhos do Cinema Português (Coimbra) (23 de Novembro a 1 de Dezembro 2018)


JOHN de Rita Ornellas (Documentário / Ficção)
- Porto/Post/Doc (Porto) (24 de Novembro a 2 de Dezembro de 2018)
- C(h)orta – Festival de Curtas do Faial (Faial, Açores) (25 a 27 de Outubro de 2018)
- YMotion – Festival de Cinema Jovem de Famalicão (Famalicão) (3 a 8 de Novembro de 2018)


IODO de Duarte Castelo Branco (Documentário)
- East Anglian Student Film Festival (Ipswich, Reino Unido) (25 a 28 de Outubro de 2018)
- Hyperfest International Student Film Festival (Bucarest, Roménia) (2 a 11 de Novembro de 2018)


ALFAIÃO de André Almeida Rodrigues (Documentário)
- Veritas Film Festival (Philipsburg, EUA) (9 a 15 de Novembro de 2018)
- LIFFY – Latino and Iberian Film Festival at Yale (Connecticut, EUA) (7 a 11 de Novembro de 2018)


DENTRO de João Faria (Ficção)
- YMotion – Festival de Cinema Jovem de Famalicão (Famalicão) (3 a 8 de Novembro de 2018)


UMA FORMIGA de João Veloso (Documentário)
- Hyperfest International Student Film Festival (Bucarest, Roménia) (2 a 11 de Novembro de 2018)

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03-11-2018

29 NOV > 07 DEZ • Exposição "Mostrar para Seduzir"

29.11.2018 19:30 — 07.12.2018 19:00

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Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

Mostrar para Seduzir: Catálogos e outros documentos das Joalharia Europeia
Curadoria: Gonçalo Vasconcelos e Sousa
 
Átrio do Edifício de Restauro
29 nov > 07 dez

No âmbito do do VI congresso Europeu de Joalharia, inaugurou a 29 de Novembro a exposição MOSTRAR PARA SEDUZIR: CATÁLOGOS E OUTROS DOCUMENTOS DA JOALHARIA EUROPEIA onde se poderão ver diversos documentos originais como facturas, catálogos e outros materiais gráficos.

No panorama da joalharia europeia dos finais do século XX e das primeiras décadas do século XX, os catálogos de casas comerciais ou de fábricas de joalharia representaram um meio de divulgação das tipologias de adornos, dos metais e das gemas empregues, bem como das correntes estéticas em que se inseriam. Facturas-recibos e cartões constituem, igualmente, uma fonte para o estudo desta arte e dos seus agentes, constituindo uma materialização do gosto da época. Esta exposição permitirá visitar estes distintos materiais, que fontes incontornáveis para entender a joalharia europeia da Belle Époque e dos períodos adjacentes.

Esta exposição estará patente até dia 07 de dezembro.

26 + 28 NOV | Robert Hasegawa na Escola das Artes

26.11.2018 17:10 — 28.11.2018 20:00

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Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

O teórico musical e compositor Robert Hasegawa - docente da Escola de Música Schulich da Universidade McGill (Montreal) - estará na Escola das Artes para uma Talk no âmbito do CITAR e um Seminário à volta da sua investigação em música contemporânea.

Talk > "Composing with Constraints" 
26 NOV | 15:00h
Sala -118
 
Seminário > "Demystifying Contemporary Music" 
28 NOV | 18:30
Sala -118

Resumo da Talk
Os músicos há muito tempo que moldam sua actividade criativa dentro de restrições, sejam impostas externamente ou conscientemente escolhidas. Como observado por Leonard Meyer, qualquer estilo pode ser visto como um conjunto de restrições, exigindo que as características da obra de arte estejam de acordo com as normas aceitas. Tais restrições estilísticas recebidas podem ser complementadas por limitações adicionais e voluntárias: por exemplo, usando apenas uma paleta limitada de tons ou sons, estabelecendo regras para governar a repetição ou transformação, controlando o layout formal e as proporções do trabalho ou limitando a variedade de operações envolvido na sua criação. Esta palestra propõe uma classificação quádrupla dos limites mais frequentemente encontrados na criação musical em restrições materiais (absolutas e relativas), formais, estilo / género e processo. O papel das restrições como estímulo e guia para a criatividade musical é explorado nos domínios da composição, improvisação e performance, com exemplos retirados de compositores contemporâneos, incluindo György Ligeti, George Aperghis e James Tenney. Tais restrições musicais são comparáveis às limitações auto-impostas em outras formas de arte, do filme (o Manifesto Dogme 95) e da arte visual (Desenhos Cegos do Tempo de Robert Morris) aos escritos de autores associados ao Oulipo (Ouvroir de littérature potentielle) como Georges Perec e Raymond Queneau.

Musicians have long framed their creative activity within constraints, whether imposed externally or consciously chosen. As noted by Leonard Meyer, any style can be viewed as an ensemble of constraints, requiring the features of the artwork to conform with accepted norms. Such received stylistic constraints may be complemented by additional, voluntary limitations: for example, using only a limited palette of pitches or sounds, setting rules to govern repetition or transformation, controlling the formal layout and proportions of the work, or limiting the variety of operations involved in its creation. This talk proposes a fourfold classification of the limits most often encountered in music creation into material (absolute and relative), formal, style/genre, and process constraints. The role of constraints as a spur and guide to musical creativity is explored in the domains of composition, improvisation, and performance, with examples drawn from contemporary composers including György Ligeti, George Aperghis, and James Tenney. Such musical constraints are comparable to self-imposed limitations in other art forms, from film (the Dogme 95 Manifesto) and visual art (Robert Morris’s Blind Time Drawings) to the writings of authors associated with the Oulipo (Ouvroir de littérature potentielle) such as Georges Perec and Raymond Queneau.

Resumo do Seminário
A musicologia e a análise musical não tem respondido eficazmente à prática musical criativa, particularmente na documentação as muitas inovações composicionais dos últimos quarenta anos. Este período é marcado por um uso crescente de tecnologia tanto na composição quanto no desempenho, bem como uma mudança dos parâmetros bem compreendidos de tom e ritmo para o mundo mais complexo e indescritível do timbre (frequentemente em conjunto com técnicas de reprodução estendida e electrónica em processamento ao vivo). Com base no meu próprio ensino na Eastman School of Music e na McGill University (assim como meu curso anual de verão em análise musical em Paris), este seminário explorará os desafios e recompensas de se envolver com esse repertório. Os tópicos a serem abordados incluem trabalhar com compositores vivos, materiais de esboço e processo de composição, desenvolvimento de novas ferramentas (espectrogramas, sonologia sonora) e reavaliação de pressupostos tradicionais de teoria e análise. Questões práticas da pedagogia da música contemporânea também serão consideradas, com exemplos de George Benjamin, Pascale Criton e Rebecca Saunders.

Musicology and music analysis have fallen considerably behind creative musical practice, particularly in documenting the many compositional innovations of the past forty years. This period is marked by an increasing use of technology in both composition and performance, as well as a shift from the well understood parameters of pitch and rhythm towards the more complex and elusive world of timbre (often in conjunction with extended playing techniques and live electronic processing). Drawing on my own teaching at Eastman School of Music and McGill University (as well as my annual Paris summer course in music analysis), this seminar will explore the challenges and rewards of engaging with this repertoire. Topics to be covered include working with living composers, sketch materials and compositional process, development of new tools (spectrograms, aural sonology), and reassessing traditional assumptions of theory and analysis. Practical issues of contemporary music pedagogy will also be considered, with examples from George Benjamin, Pascale Criton, and Rebecca Saunders.
 

Nota biográfica
O teórico musical e compositor Robert Hasegawa faz parte do corpo docente da Escola de Música Schulich da Universidade McGill (Montreal) desde 2012. Seus principais interesses de investigação incluem música espectral, timbre e orquestração, microtonalidade e percepção / cognição musical. Projectos recentes incluem estudos de música de Gérard Grisey e Tristan Murail, um artigo sobre teoria atonal para o New Grove Dictionary of Music and Musician, um capítulo sobre a entonação estendida apenas para o volume Théories de la composition musicale au XXe siècle, e aplicações de teoria transformacional para a análise da música microtonal por Hans Zender e Georg Friedrich Haas. Para além da sua actividade docente na McGill, ele oferece um curso anual de Verão em Paris sobre a teoria e análise da música contemporânea.

Music theorist and composer Robert Hasegawa joined the faculty of the Schulich School of Music of McGill University (Montreal) in 2012. His primary research interests include spectral music, timbre and orchestration, microtonality, and music perception/cognition. Recent projects include studies of music by Gérard Grisey and Tristan Murail, an article on atonal theory for the New Grove Dictionary of Music and Musicians, a chapter on extended just intonation for the volume Théories de la composition musicale au XXe siècle, and applications of transformational theory to the analysis of microtonal music by Hans Zender and Georg Friedrich Haas. In addition to his teaching at McGill, he offers a yearly summer course in Paris on the theory and analysis of contemporary music.

 

26 - 30 NOV | Le Fresnoy @ Porto: Screenings, talks, workshops

26.11.2018 15:00 — 30.11.2018 19:00

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Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

Le Fresnoy @ Porto: Screenings, talks, workshops
Curated by: François Bonenfant
 
26 - 30 de nov
Escola das Artes- UCP
 

Numa iniciativa conjunta da Escola das Artes e da Le Fresnoy, um grupo de alunos e ex-alunos desta escola francesa (entre eles, Ana Vaz e Jorge Jácome) estará no Porto para trocar experiências e apresentar o seu próprio trabalho. Haverá uma conferência de François Bonenfant, diretor da Le Fresnoy, uma projecção especial de filmes produzidos pela escola e uma instalação artística.

Le Fresnoy - Studio National des Arts Contemporains é o resultado da determinação do Ministério da Cultura e Comunicação de França para estabelecer um novo tipo de estabelecimento de ensino artístico superior no norte da França, um centro criativo inovador de classe mundial que seria como “um IRCAM das artes visuais” ou “uma Villa Medici de alta tecnologia”. Com cursos articulados em torno da produção de obras de arte numa ampla gama de disciplinas e estilos, aproveitando a disponibilidade de técnicas audiovisuais para os padrões profissionais, a Le Fresnoy é centro único de produção, experimentação e exibição.

 

Programa:
 
27 nov a 30 nov | 14h-18h
Workshops e apresentações
Local: Escola das Artes
 
27 nov | 18h
Conferência de François Bonenfant (diretor pedagógico da Le Fresnoy)
+
Projeção de um programa de filmes da Le Fresnoy (em atualização)
Local: Escola das Artes, Auditório Ilídio Pinho
 
28 nov | 10h30
Visita ao Museu de Serralves (exposições Robert Mapplethorpe: Pictures e Pedro Costa: Companhia)
 

Mais informações Le Fresnoy - Studio National des Arts Contemporains AQUI

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Colaboração:
Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa
Le Fresnoy - Studio National des Arts Contemporains
 
Agradecimentos:
Porto/ Post/ Doc

15 NOV | 18h > IS THIS REAL LIFE? • Aula Aberta c/ Jorge Jácome

25.10.2018 17:55

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25.10.2018 17:55 15 NOV | 18h > IS THIS REAL LIFE? • Aula Aberta c/ Jorge Jácome Link: https:///pt/node?page=15

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

 David After the Dentist, 2009

 
 
IS THIS REAL LIFE?
Aula Aberta c/ Jorge Jácome
 
15 NOV | 18h
Auditório Ilídio Pinho
 
Em maio de 2008, David DeVore Jr., com 7 anos de idade, foi ao dentista retirar um dente. Após a cirurgia, David, por causa da anestesia que recebeu, sentiu-se confuso com a sua própria realidade e o pai decidiu filma-lo no carro e fazer um dos videos mais virais de sempre no youtube.
A partir do video "DAVID AFTER DENTIST" (2009), Jorge Jácome vem mostrar os seus filmes mais recentes A GUEST + A HOST = A GHOST (2015), Fiesta Forever (2016) e Flores (2017), para falar sobre o cinema e a distorção da realidade, "ficção especulativa", estados de semiconsciência, sonhos e visões.
 
Agradecimentos: Portugal Film, Le Fresnoy
 
 
 
 
            (1) Fiesta Forever, 2016 | (2) Flores, 2017 | (3) A GUEST + A HOST = A GHOST, 2015
 
 
Nota biográfica:
 
Jorge Jácome (n. 1988) é realizador de cinema. Formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa, na área de Realização e Montagem e, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, na Le Fesnoy – Studio National des Arts Contemporains. No seu trabalho, feito de derivas narrativas, procura investigar a relação entre utopias, melancolia, desaparecimento e desejo.
Os seus filmes já foram apresentados em vários festivais de cinema (Toronto, San Sebastian, NYFF, 25 FPS, Images, Winterthur, IndieLisboa, Curtas – Vila do Conde, Premiers Plans d’Angers, Côté Court, EMAF - Osnabrück, BIEFF, entre outros) e em contextos expositivos no Palais de Tokyo, na Maison Européenne de la Photographie e Tabakalera.
Recentemente ganhou vários prémios com o filme "Flores (o grande Prémio no 25 FPS, Punto de Vista, Hamburg International Short Film Festival, BIEFF, o prémio de "Novo Talento” no festival IndieLisboa e em Winterthur, entre outros.) com “Fiesta Forever” ganhou o prémio “Best Student Work on Screen” no Images Festival em Toronto e com o filme “A GUEST + A HOST = A GHOST recebeu o prémio “Studio Collector”. Trabalha regularmente com criadores de dança e teatro.

 

Mariana Caló e Francisco Queimadela · Sombra Luminosa

11.10.2018 18:30 — 14.12.2018 19:00

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11.10.2018 18:30 14.12.2018 19:00 Mariana Caló e Francisco Queimadela · Sombra Luminosa Link: https:///pt/node?page=15

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

Sombra Luminosa
Uma exposição de Mariana Caló e Francisco Queimadela

Curadoria de Nuno Faria

11 Out -14 Dez
terça a sexta | 14 - 19h
Sala de Exposições da Escola das Artes

 

Sombra Luminosa é um ensaio visual e sonoro concebido a partir das colecções, exposições, programas públicos e edições do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), que teve origem numa residência que Mariana Caló e Francisco Queimadela foram convidados a fazer pelo director artístico do Centro, Nuno Faria. Os autores guiam-nos, com graça e gravidade, através do labirinto da História, pela voz de José Gil, perscrutando, pela montagem, os misteriosos caminhos e inflexões da nave-museu em que se institui o Centro.

 

Após a cartografia das circunvoluções cerebrais em “A Trama e o Círculo”, Caló e Queimadela percorrem em “Sombra Luminosa” os caminhos do pensamento artístico. O filme começa por juntar um objecto à sua fotografia. Daí em diante perdemo-nos num labirinto de representações que opera o sentido da revelação (do obscuro). 

Uma re-significação mística do espaço museológico onde ímpares conexões se agregam pelo discurso de José Gil. A arte como império do devir.

Ricardo Vieira Lisboa, Catálogo IndieLisboa 2018

Vídeo da Inauguração


How to see

 

EA Talks com Mariana Caló, Francisco Queimadela e Nuno Faria

 


Vistas de Exposição
Fotos © Carlos Lobo

  

Mariana Caló / Francisco Queimadela

Mariana Caló (Viana do Castelo, 1984) e Francisco Queimadela (Coimbra, 1985) licenciaram-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, colaboram enquanto dupla desde 2010. A sua práctica é desenvolvida através de um uso priveligiado da imagem em movimento, intersectando ambientes instalativos e site-specific, mas também o desenho, a pintura, a fotografia e a escultura.

Paralelamente ao seu trabalho artístico desenvolveram também outras actividades colaborativas nomeadamente enquanto membros do colectivo PISO e no espaço cultural Altes Finanzamt (Berlim).

Recém vencedores da 1ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, atribuído pela C.M Porto em 2018, destacam-se além da participação nesta exposição, as seguintes exposições: “Livro da Sede”, 2016, com curadoria de Ricardo Nicolau no âmbito dos Projectos Comtemporâneos da Fundação de Serralves. -“Inquéritos (à fotografia e ao território) - Paisagem e Povoamento”, curado por Nuno Faria - CIAJG, Guimarães (Outubro, 2015) -“A Composição do Ar”, curado por Nuno Faria - CIAJG, Guimarães (Março e Junho, 2014)”,Drifts and Dervations” - O’Artoteca, Milão (Junho, 2013), “Chart for the Coming Times” - Villa Romana, Florença (Maio, 2013), ”Chart for the Coming Times” - Rowing Projects, Londres (Junho, 2012), “Gradations of Time over a Plane” - Gasworks, Londres, UK (Abril, 2012), “Gradations of Time over a Plane”II - General Public, Berlim (Julho, 2011). 

 

https://marianacalo-franciscoqueimadela.com


Parceria: CIAJG / A Oficina, CIPRL
https://www.ciajg.pt
https://www.aoficina.pt


Aula Aberta com Thomas Elsaesser

24.10.2018 17:00 — 24.10.2018 20:00

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24.10.2018 17:00 24.10.2018 20:00 Aula Aberta com Thomas Elsaesser Link: https:///pt/node?page=15

Como Chegar / How to Arrive
Universidade Católica Portuguesa - Porto

 

A Escola das Artes irá receber um dos mais eminentes investigadores dos estudos de cinema, Thomas Elsaesser, que irá apresentar, para além de um filme da sua autoria, uma Aula Aberta sobre o futuro do cinema e as novas formas de exibição.

Auditório Ilídio Pinho
Quarta, 24 de outubro, 18h | Entrada Livre
 
Aula Aberta | com Thomas Elsaesser 
Cinema After Film, or The Future of Obsolescence
 
Nesta Aula Aberta Thomas Elsaesser examinará o papel cada vez mais estratégico desempenhado pelos espaços de arte na preservação e na promoção de uma certa ideia de “cinema”. Os museus e as galerias de arte têm que reivindicar ser os guardiões do cinema como memória cultural e os patronos de “instalações com imagens em movimento”, relativamente à acessibilidade imediata e uma disponibilidade cada vez mais onipresente da herança fílmica. As novas alianças entre cineastas, curadores e grandes instituições favoreceram as perspectivas arqueológico-mediáticas sobre o “cinema após o filme”, que dão à obsolescência o seu status especial, como um gesto de recuperação e resistência. A aula será ilustrada com exemplos retirados do campo emergente dos artistas que produzem cinema.
 
 
Nota biográfica
Thomas Elsaesser é professor emérito no departamento de Media e Cultura da Universidade de Amesterdão. Entre 2006 e 2012, foi professor convidado em Yale e é, desde 2013, professor convidado na Universidade de Columbia. Entre os seus livros mais recentes contam-se “German Cinema – Terror and Trauma: Cultural Memory Since 1945” (New York: Routledge, 2013), “Film Theory – An Introduction through the Senses” (com Malte Hagener, 2ª edição revista, New York: Routledge, 2015), e “Film History as Media Archaeology” (Amsterdam University Press, 2016). Está atualmente a finalizar um livro intitulado “European Cinema and Continental Thought” (London: Bloomsbury, 2018).
 

Screening "The Sun Island", de Thomas Elsaesser

23.10.2018 17:00 — 23.10.2018 20:00

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23.10.2018 17:00 23.10.2018 20:00 Screening "The Sun Island", de Thomas Elsaesser Link: https:///pt/node?page=15

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Universidade Católica Portuguesa - Porto

Screening 

The Sun Island
Thomas Elsaesser
Doc, 89’, Alemanha, 2017

Auditório Ilídio Pinho
Terça, 23 de outubro, 18h | Entrada Livre

 

Sinopse
The Sun Island documenta a vida e a carreira profissional de Martin Elsaesser (1884-1957), arquiteto e urbanista em Frankfurt (Alemanha) de 1925 a 1932. A polémica aquisição do Frankfurt Central Marketpelo Banco Central Europeu é um pretexto maior para tecer a história turbulenta do prédio na biografia de Martin Elsaesser, a ligação da sua esposa Liesel com o notável arquiteto paisagista Leberecht Migge (1881-1935) e a própria história de família do realizador. Os filmes baseiam-se numa coleção exclusiva de home movies, fotografias e cartas, bem como entrevistas contemporâneas para documentar e dramatizar um episódio de mudança de vida nas histórias familiares de dois arquitetos pioneiros alemães esquecidos: um designer de igrejas e mercados, o outro inventor da jardinagem urbana e cidades sustentáveis durante os anos cruciais entre a República de Weimar e a Segunda Guerra Mundial.

 

Nota biográfica

Thomas Elsaesser é professor emérito no departamento de Media e Cultura da Universidade de Amesterdão. Entre 2006 e 2012, foi professor convidado em Yale e é, desde 2013, professor convidado na Universidade de Columbia. Entre os seus livros mais recentes contam-se “German Cinema – Terror and Trauma: Cultural Memory Since 1945” (New York: Routledge, 2013), “Film Theory – An Introduction through the Senses” (com Malte Hagener, 2ª edição revista, New York: Routledge, 2015), e “Film History as Media Archaeology” (Amsterdam University Press, 2016). Está atualmente a finalizar um livro intitulado “European Cinema and Continental Thought” (London: Bloomsbury, 2018).

 

Dia 24 Out > Aula Aberta c/ Thomas Elsaesser

Cinema After Film, or The Future of Obsolence

 

 

 

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